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  • 06 Nov 2022
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CONSÓRCIO INVESTE USD 400 MILHÕES NO CORREDOR DO L...

Luanda - O consórcio Trafigura, Vecturis e Mota Engil anunciou, sexta-feira (4), um investimento na ordem de 400 milhões de dólares americanos (USD) no Corredor do Lobito, na província de Benguela.

O investimento visa, entre outros aspectos, operacionalizar a infra-estrutura, assegurar os serviços ferroviários e de logística, afirmou à imprensa Alexandre Canas, da Mota Engil, no final de uma audiência com o Presidente da República, João Lourenço.

No entender de Alexandre Canas, o projecto vai elevar o volume de negócios e as trocas comerciais no troço ferroviário Lobito (Benguela)/Luau (Moxico) e República Democrática do Congo (RDC).Para formalizar o arranque do projecto está prevista para hoje, em Luanda, a assinatura de um acordo para a concessão do referido corredor, por 30 anos.A expectativa é de que o projecto gere mil e 600 empregos directos para os jovens angolanos.O concurso para a concessão da exploração do Corredor do Lobito foi lançado em Setembro do ano passado.A nova concessionária assegurará o transporte de mercadorias, como minérios e combustíveis, e a gestão do terminal mineiro do porto do Lobito.A reactivação do Corredor do Lobito insere-se nos esforços do Executivo angolano de reforçar a integração regional e materializar os compromissos da cooperação da sub-região.O projecto tem como foco a interligação Atlântico-Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salam, na Tanzânia. 

O corredor do Lobito é formado pelo porto da mesma cidade e pelos caminhos-de-ferro de Benguela. 

As duas estruturas estendem-se por mais de mil e 300 quilómetros. O percurso é a rota de exportação mais rápida para o cobre, cobalto e outros minérios para países como a Zâmbia ou a República Democrática do Congo (RDC).

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  • 06 Nov 2022
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PLANOS INTEGRADOS DE INTERVENÇÃO DE CADA UMA DAS P...

A sala de sessões do Conselho de Ministros, no Palácio Presidencial,  acolheu sexta-feira  (4), uma reunião sob orientação do Presidente da República, João Lourenço,  com a participação dos Governadores Provinciais.

O encontro, que sentou à mesma mesa também os responsáveis dos departamentos ministeriais, serviu para assinalar o arranque do processo de preparação dos Planos Integrados de Intervenção de cada uma das dezassete províncias do país,  à excepção de Luanda que já tem o seu instrumento de acção prática aprovado desde ontem (vide nota publicada ontem, 3 de Novembro).

Nos próximos dias, cada um dos governos provinciais reunirá em memorando os principais projectos a implementar nos respectivos territórios, que incluem basicamente infra-estruturas paralisadas, em processo de edificação e as que se considerarem de construção prioritária.

Após este trabalho preparatório,  o Conselho de Ministros realizará sessões especiais para a aprovação,  um a um, dos Planos Integrados de Intervenção para cada província, nos mesmos moldes em que ocorreu com Luanda.

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  • 05 Nov 2022
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MENSAGEM DO PRIMEIRO-MINISTRO BELGA ENTREGUE AO CH...

Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, recebeu sexta-feira (4), uma mensagem do Primeiro-Ministro do Reino da Bélgica, Alexander De Croo, que aborda aspectos sobre o reforço da cooperação bilateral.

Foi portador da missiva o embaixador do Reino da Bélgica em Angola, Jazef Smets, recebido em audiência pelo Chefe de Estado angolano, João Lourenço. A carta aborda também "os pontos de vista que Angola e Bélgica partilham no quadro das alterações climáticas e da defesa do meio ambiente", especificou, em declarações à imprensa, no final do encontro. Jazef Smets informou que os dois Governos estão a trabalhar na criação de iniciativas bilaterais, com vista à adopção de posições comuns, no contexto ambiental, nas organizações multilaterais. O diplomata afirmou que o Primeiro-Ministro belga enaltece os esforços do Governo angolano na busca de soluções para a paz e estabilidade política na Região dos Grandes Lagos.Adiantou que, na mensagem, o Primeiro-Ministro belga exprime a vontade de continuar a cooperar com Angola no domínio económico, com realce para os sectores portuário, ferroviário e diamantífero.As relações político-diplomáticas entre Angola e o Reino da Bélgica iniciaram-se em 1979. Desde então, foram rubricados acordos, memorandos e contratos empresariais.Entre os diplomas já rubricados, destaca-se o Acordo de Cooperação Económica, Científica e Cultural, a 26 de Abril de 1983, que definiu o quadro jurídico regulamentador da cooperação bilateral e instituiu a Comissão Mista, bem como o Acordo Geral de Cooperação de 26 de Julho de 1983.

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  • 05 Nov 2022
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PR ABORDA SITUAÇÃO DE SEGURANÇA DA RDC COM HOMÓLOG...

Luanda - A situação de segurança prevalecente no Leste da República Democrática do Congo (RDC) esteve, esta quinta-feira, no centro de uma conversa telefónica entre o Presidente de Angola, João Lourenço, e o seu homólogo do Burundi, Évariste Ndayishimiye,

De acordo com uma nota dos Serviços de Apoio ao Presidente da República, o propósito essencial do contacto é a coordenação de acções voltadas para o restabelecimento da paz na fronteira do Congo Democrático com o Rwanda. 

Acrescenta ainda que os dois Presidentes abordaram também o estado das relações bilaterais na perspectiva do seu reforço, incluindo a possibilidade de visitas ao mais alto nível.

Angola e Burundi, países membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), têm rubricado um acordo geral de cooperação económica, técnico-científico e cultural, e outro sobre consultas políticas e diplomáticas regulares.

Angola preside à Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL), bloco geográfico ao qual pertence o Congo Democrático.

Nessa condição, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, mandatado pela União Africana para mediar o conflito, tem multiplicado as iniciativas para alcançar a paz.

A subida da tensão entre os vizinhos RDC e o Rwanda, países dos Grandes Lagos, levou o Presidente da República Democrática do Congo a viajar an Angola no início do mês de Junho transacto.

A tensão entre a RDC e o Rwanda cresceu nos últimos meses, após o reinício,  em Março último, dos combates entre o exército da RDC e o movimento M23, que segundo as autoridades de Kinshasa é apoiado pelo país vizinho.

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