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  • 09 Oct 2021

PRESIDENTE DA REPÚBLICA E COMANDANTE-EM-CHEFE DAS FAA FELICITA FORÇAS ARMADAS

Luanda - O Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, João Lourenço, felicitou neste sábado, as Forças Armadas Angolanas (FAA), por ocasião do 30.º aniversário de existência, que hoje, dia 09 se assinala.

Na sua missiva, João Lourenço felicita os Oficiais Generais, Almirantes, Superiores, Capitães e Subalternos, os Sargentos e Praças.

Trata-se de militares que, com "elevada dedicação, coragem e determinação, garantem a defesa da independência e da soberania nacional, da integridade do solo pátrio e dos superiores interesses da Nação".

O Presidente João Lourenço estende as felicitações aos trabalhadores civis "que com os militares muito têm contribuído para a paz e estabilidade do país", bem com às famílias dos "bravos combatentes".

No documento  o Chefe de Estado angolano refere que a "história que marcou a criação e a evolução das Forças Armadas Angolanas (...) se une, em toda a sua dimensão, à mais recente história do País desde que se tornou independente a 11 de Novembro de 1975".

João Lourenço considera que nesse "percurso memorável", os "bravos combatentes" tiveram o mérito de preservar as "conquistas inalienáveis" do povo angolano, contribuindo para a projecção do nome de Angola em África e no Mundo.

Na mensagem o Presidente da República  expressa agradecimentos aos militares pelos "feitos inolvidáveis" .

“Rendo  singela homenagem aos que derramaram o seu sangue no Teatro das Operações Militares, entregando as suas próprias vidas na defesa do solo pátrio, do seu povo e da democracia", sublinhou o Chefe de Estado na missiva.

João Lourenço adianta que conta com o empenho das FAA no resgate dos valores morais e cívicos, para a moralização da sociedade.

Considera ser uma batalha que, apesar da sua complexidade, "temos todos de abraçar por ser o caminho certo para promover e implementar políticas públicas capazes de acelerar o bem-estar dos cidadãos e o reforço da estabilidade nacional".

 

Nos 30 anos de existência, segundo o Estadista, as FAA têm transmitido à sociedade um sentimento de segurança e confiança em dias melhores, pela sua capacidade de resiliência e dedicação diante das adversidades.

"Orgulhamo-nos também no empenho dos militares angolanos em tarefas de interesse público, nomeadamente na preservação do ambiente, na prevenção e combate à Covid-19 e, em missões de apoio à paz, no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Angola", disse.

Neste domínio, enalteceu o papel das FAA no apoio ao povo de Moçambique, aquando do "Ciclone Idai" e em acções de estabilização militar em Cabo Delgado.

Também enalteceu o desempenho das FAA no Lesotho, na República Centro Africana, bem como em outros países da sub-região, no âmbito da União Africana, Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL).

O Chefe de Estado angolano sublinha que a participação das FAA nessas missões têm contribuído nos esforços comuns a favor da paz e da segurança nesta parte Austral e Central do continente africano.

O Comandante-em-Chefe das FAA espera que, como foi no passado, também no presente e no futuro, os militares saberão corresponder à confiança depositada no cumprimento da nobre missão, fiéis ao slogan de "A Pátria, aos seus filhos não implora; Ordena!".

A institucionalização das FAA tem como base os Acordos de Bicesse (Portugal), rubricados em 1991, entre o Governo angolano e a UNITA, ao abrigo do qual seriam fundidas as Ex-Forças Armadas